sábado, 3 de março de 2012

Cuide de tudo que for verdadeiro, deixe tudo que não for, passar.

Fazer tudo por uma pessoa sem ganhar nenhum tipo de consideração em troca machuca. Dói ainda mais se nos retribuem com a ingratidão de uma fofoquinha maldosa ou com desconfiança quando os papéis se invertem e nós é que precisamos de apoio.
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Quantas vezes defendemos alguém que gostamos mesmo sabendo que ele está errado? Quantas vezes deixamos de realizar nossas vontades pra ajudá-lo? Desmarcamos compromissos pra cuidá-lo quando fica doente. Passamos tardes de sol inteiras trancadas num quarto escuro emprestando o ombro pra que a pessoa desabafe. Passamos finais de semana ajudando a fazer trabalho de faculdade quando o que mais queriamos era ficar em casa, embaixo das cobertas vendo um bom filme. Nada mais justo e normal. Saber que confortamos alguém especial, que seu dia foi mais alegre apenas por nosso suporte, nossa companhia, nos faz um bem enorme.
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No entanto, investir num relacionamento, seja de amizade ou amoroso, ser sincero e fiel desde o primeiro momento até o último, pra ser enganado assim que surge uma oportunidade, inevitavelmente abre um rombo no peito de quem um dia acreditou numa relação verdadeira.
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Chega uma hora em que ter consideração pelos dois cansa, perde a graça. Ninguém precisa de pessoas que ficam por perto apenas quando as coisas estão indo às mil maravilhas. Precisamos é de pessoas dispostas a nos ouvir, nos entender e respeitar nossas particularidades e limitações. Queremos alguém que ofereça o colo quando estamos sós, que nos puxe as orelhas quando erramos, que se preocupem em nos ver felizes. Alguém com quem possamos contar em qualquer momento e que confiem em nós acima de qualquer coisa. Pessoas incapazes de duvidar da nossa lealdade, do nosso caráter, e, principalmente, que saibam reconhecer e valorizar todo sentimento bom que lhe dedicamos, seja com palavras ou com o coração. A quem não se encaixa nesse perfil, só nos resta a certeza de que não merece fazer parte de nossas vidas.
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"A vida te dá uma rasteira. Você cai, tropeça, o sonho borra a maquiagem, o coração se espalha.
Você sente dor, perde o rumo... Ainda bem que existem amigos para amar, abraçar, sorrir, cantar, escrever em recibos e tirar fotos bonitas. E a vida segue. Sua imaginação te preenche, seus amigos te dão colo, vodka e dias incriveis. "
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Aqui só existe o bem... se você me deseja o mal, eu te desejo amor!

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Fico impressionada como tem tanta gente no mundo que não consegue ser feliz e cisma em tentar encobrir o sorriso alheio. Mas não acredito que maus fluidos, por mais fortes que sejam, consigam destruir sentimentos verdadeiros. Digo isso porque soube de coisas ruins que algumas pessoas fizeram para destruir algo que era bom. Não consigo entender como existe gente capaz de perder tempo fazendo coisas ruins para que a vida de outras pessoas dê errado. Acredito que quando a gente é realmente feliz, não tem tempo pra desejar a infelicidade do outro.
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Particularmente, não desejo nada de mal para ninguém, e apesar do silêncio que mantenho com algumas pessoas, eu tenho minhas admirações e desejo que tudo continue dando muito certo na vida de quem um dia fez parte dos meus dias. Já disse isso aqui uma vez, mas não custa repetir. A vida não vale com desejos ruins e muito menos torcida do mal. Nossa passagem por aqui é mesmo uma passagem. Por isso, continuo aqui sem nenhum sentimento ruim, só desejando luz, conforto e fé no caminho. E desejando ainda que as pessoas evoluam e aprendam a construir a própria felicidade sem destruir a felicidade e a vida do outro.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Tudo passa, num indo e vindo infinito...

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Andei desejando que um romance desse certo como há muito tempo não acontecia. De repente, a coisa começou a desacontecer. Chorei demais, ouvi todas as músicas depressivas, desde MPB até Pablo e Silvano Salles, tive insônia e excesso de sono, falta de apetite e apetite em excesso. Agora está passando. Ficar bem nem sempre deixa outras opções. E o mais incrível da vida é isso, a capacidade que ela tem de fazer com que TUDO PASSE. E aí você vai chegando num estágio onde todos os sentimentos que antes lhe causavam dor, evoluem para um nada. No início você briga, chora, faz drama mexicano, então percebe que é cansativo demais manter esse jeito de levar as coisas. E é nesse momento que você escolhe simplesmente parar de se importar. Não que pare de doer, mas você finalmente entende que, às vezes, as coisas não saem do jeito que planejamos e não há nada a fazer. O que nos resta é colocar um sorriso no rosto e fingir que é sincero, até que a vida o faça realmente ser, afinal, como diria Chico Buarque, a gente é obrigado a ser feliz! :)

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Que seja doce, que seja doce, que seja doce...

Sabe o que eu descobri hoje? Que a vida não é sempre justa, que as pessoas andam cada vez mais rancorosas e amargas por dentro, que qualquer pouca coisa se transforma numa coisona e tudo é motivo para xingar, engrossar, discutir e chutar o pau da barraca. Por conta disso, as pessoas tornam-se estúpidas sem querer, são mal interpretadas e, então, acabam se afastando. Cria-se uma barreira invisível. Diminuem-se os beijos, os abraços e os carinhos. E tudo por causa do tal mal entendido, por causa dessa mania de má interpretação dos fatos, de palavras que escapam pela boca antes do pensamento e machucam. Feridas causadas por palavras não curam. E o pior é saber que mágoa atrás de mágoa vai se acumulando, e por conta disso as pessoas vão ficando mais e mais rancorosas. Quer saber? Acho que falta mais açúcar nesse mundo...
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" Então, que seja doce!
Repito todas as manhãs, 
ao abrir as janelas para deixar entrar o sol 
ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce. "
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(Caio F. Abreu)
 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

E por falar em saudade...

Saudade… uma das minhas palavras preferidas. Parece até que já tenho mestrado, doutourado e PhD. em saudade, porque estou constantemente com saudade de alguém ou de algum lugar. E tem gente que não faz ideia de como as saudades podem ser diferentes. Tem aquela saudade de um tempo que a gente sabe que não volta. Essa é uma saudade conformada. É o que sinto olhando álbuns de quando era criança. Saudade de correr pra cama da minha vó e me agarrar a ela quando acordava assustada por ter tido um pesadelo. Saudade de passar as madrugadas fuçando os presentes embaixo da árvore de Natal com minha prima, só para saber se Papai Noel tinha atendido nossos desejos. Saudade, por incrível que pareça, das férias em Canavieiras.
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Aliás, tem essa outra saudade meio esquisita, que é a que sinto de Canavieiras. Porque é, de um certo modo, controlada. Afinal, todas as férias eu vou pra lá, faça chuva ou faça sol. É uma saudade intensa, que sempre aparece no final do ano, quando o verão começa a dar o ar da sua graça. Falar em Canavieiras no verão é falar em saudade. Saudade das festas de Ano-Novo, do amigo secreto, das madrugadas vendo filme com minha prima, do baralho, dos amigos que iam pra lá todo final de ano, da moqueca de peixe, das tardes na rede. Saudade das novas amizades feitas a cada férias, das brincadeiras durante as madrugada, dos jogos, dos banhos de piscina no meio da noite enquanto toda a pousada dormia, e das caminhadas intermináveis na beira da praia.
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Tem ainda aquela saudade gostosa, que faz brotar sorriso no rosto. É a que sinto sempre que lembro de algo ou alguém que me fez sentir especial. Ah, tem também a saudade antecipada. Aquela de quando a gente ainda tem uma coisa, mas sabe que vai perder. Pior ainda é quando tem data marcada pra perder. Foi a saudade que eu senti quando decidi voltar a morar em Itabuna. Eu sabia que ia morrer de saudades de Cachoeira, dos amigos que fiz por lá, dos professores, da menina que dividia a casa comigo, de Helena, das farras na praça 25, de não ter hora pra sair, nem pra voltar, de atravessar a ponte no meio da madrugada, de passar as tardes conversando na praça, das inúmeras praças, de sair para tirar foto e fazer matérias para o jornal mural, de assistir aquele pôr-do-sol indescritível sempre que saia da aula, de almoçar lasanha todos os dias, rs, e já sofria antes do tempo, sem fazer idéia de como é infinitas vezes pior quando é de verdade.
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Mas, dentre todos os tipos de saudade, talvez a pior de todas seja aquela que a gente não faz ideia de quando vai ter de volta o que foi embora, se é que vai ter de volta algum dia. É a que dói mais, porque ainda fica uma esperança bem lá no fundo, nos forçando a acreditar que aquilo volta um dia, mesmo que seja pra esperar pra sempre. Na maioria das vezes a esperança vai sumindo devagarzinho, e a saudade pára de machucar tanto. Mas, às vezes, principalmente quando o caso é de amor, mesmo que a gente nem acredite mais em nada, a maldita só aumenta, só faz machucar mais ainda, e não dá pra pensar em outra coisa. Mas saudade, apesar de doer, apesar de tudo, é legal. Só dá pra ter saudade do que foi bom, não é? :)

domingo, 20 de novembro de 2011

Querido John,

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Quando penso em você e eu e no que compartilhamos, sei que para os outros seria fácil menosprezar o tempo que passamos juntos simplesmente como um subproduto dos dias e noites à beira-mar, uma “aventura” que, a longo prazo, não significa absolutamente nada. É por isso que não conto às pessoas sobre nós. Eles não iriam entender, e não sinto necessidade de explicar, simplesmente porque sei em meu coração como foi real.

Nós vivemos algo maravihoso e quero que você nunca se esqueça disso. Você é raro e lindo, John. Eu me apaixonei por você, mas, acima de tudo, conhecer você me fez perceber o que realmente significa o amor verdadeiro. No futuro, sei que vou reviver o tempo que passamos juntos mil vezes, vou ouvir seu riso, ver seu rosto e sentir seus braços em torno de mim. Vou sentir falta de tudo isso, mais do que você pode imaginar.
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Não sei por onde você anda no mundo, Jonh, e sei que perdi o direito de saber disso há muito tempo. Mas não importa quantos anos se passem, sei que uma coisa continuará verdadeira como sempre: nos vemos em breve. Vamos nos reencontrar, eu sei. Eu sinto. Assim como sinto o quanto você se importa comigo e o quanto eu te amo. Sinto no meu coração que não acabou, e que vamos superar isso. Muitos casais conseguem. E os que não conseguem é porque não têm o que nós temos. E não importa o que o futuro traga, você sempre será meu amor verdadeiro, e sei que minha vida é melhor por causa disso.

Com amor,
Savannah.
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Ps: para quem já viveu um amor assim, esse é um dos filmes mais belos e tocantes da atualidade. E para os que não acreditam, posso garantir, existem sim amores como o de John e Savannah.
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sábado, 12 de novembro de 2011

"Amar é bom, se a gente se gosta tudo se endireita..."

Era um sábado, início de madrugada, quase domingo, e eu estava voltando pra casa depois de um dia inteiro sem parar um minuto, e pensando em escrever sobre como namorar pode ser, digamos, estressante às vezes.
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Porque é ótimo quando vocês estão juntos, de férias, em casa, e você é a única coisa que ele tem pra dar atenção, e vice-versa. Mas depois de voltar para a vida real, que tem faculdade, trabalho, estágio, provas, finais de semestre, celular que descarrega, horários que não batem e otras cositas más, a história vai ficando complicada.
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Porque o tempo acaba sendo tão corrido que tudo tem que ser friamente calculado se quisermos almoçar juntos na segunda-feira, ou assistirmos a um filme na sexta à noite, porque eu quero estar linda, bem-humorada e sexy o tempo todo, mas ao invés disso ele só me vê cansada ou nervosa e com uma pilha de livros embaixo do braço.
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Porque às vezes eu quero que ele diga a coisa certa na hora certa, e que seja incrivelmente romântico na mosca, mas ele obviamente não lê meus pensamentos, e só é quaaase romântico, e eu fico pensando em como sou exigente demais e em como mulher é complicada. Porque eu tinha que prever certas situações e não consigo. Porque eu tenho esses dias de TPM de ficar insegura, ou achando que fiz besteira, ou que não sou interessante o suficiente e ele vai enjoar de mim a qualquer momento, e  todas essas coisas down que aparecem de vez em quando na cabeça da gente.
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Mas aí ele me abraçou forte dia desses, e me sorriu com os olhos, e disse a coisa certa na hora certa. E eu me lembrei do comecinho, quando deixei acontecerem as coisas com ele sem pensar muito, e não tinha certeza de nada, e pensava que podia estar entrando numa fria, e ficava com medo. Pois hoje o medo foi embora e a certeza fez jus ao nome e ficou. Vamos dar certo sim! Como eu sei? Eu só sei. :)
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" Mas se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola, 
                                                        e refaço, colo, pinto e bordo... "

domingo, 28 de agosto de 2011

59 coisas fúteis que ninguém precisa saber sobre mim, mas que vou contar mesmo assim...

1 - Acredito em vida após a morte e em contato com seres de outras dimensões.
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2 - Eu tenho hiperfoco. Se estou realmente concentrada em algo, uma pessoa pode falar comigo e eu simplesmente não escuto. Pode uma explosão acontecer do meu lado que eu nem percebo.
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3 - Também sou distraída. Já tentei mil vezes abrir a porta do carro com a chave de casa, além disso, já tentei sacar dinheiro no caixa eletrônico com a carteirinha de estudante, e ainda me senti no direito de ficar desesperada quando apareceu a mensagem de que a operação não poderia ser realizada (medo de mim. rs).
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4 - Meu humor muda da água para o vinho em questão de segundos. E desmuda em questão de milissegundos. Basta uma cara feia e eu me aborreço. Basta um sorriso e eu me derreto.
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5 - Qualquer paixão me diverte. Seja um texto, uma música, um blog interessante, um livro... quando conheço algo que me chama atenção e me agrada, logo me auto-intitulo apaixonada e faço questão que as pessoas também conheçam e se apaixonem. A paixão do momento tem sido o seriado "Lie to me" - recomendo, aliás.
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6 - Já passei um mês inteiro de férias escolares fazendo caligrafia com a mão esquerda, só pra ter o prazer de dizer pra todo mundo que eu escrevia com as duas mãos. rs.
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7 - Tenho 1,53 de altura. Por muito tempo me estiquei levemente na hora da medida pra me convencer que tinha 1,55. rs.
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8 - Se houvesse um gênio da lâmpada, depois de pedir saúde eterna pra mim e para a minha família, eu pediria como último desejo uns sete centímetros a mais de altura. Com eles eu não precisaria passar 24h de salto, nem colocar o banco do carro grudado no volante para conseguir apertar a embreagem até o fim. Minha qualidade de vida melhoraria MUITO.
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9 - Pessoas que falam as coisas e depois dizem que é brincadeira, me confundem.
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10 - HOMENS me confundem.
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11 - Pessoas me confundem.
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12 - Só o google me esclarece tudo.
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13 - Eu escrevo pra desabafar, e na maioria das vezes, quando estou triste.
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14 - Escrevi meu primeiro conto aos 8 anos: a história de um monstrinho que devorava todos os bichos da floresta e um dia se viu refletido no rio, aí ele bebeu toda a água pra comer o bicho que estava lá no fundo e ploft!, explodiu. (medo de mim², rs).
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15 - Adoro fazer programa de gordinha tensa nos finais de semana preguiçosos, com direito a muito filme açucarado, vinho e brigadeiro para acompanhar.
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16 - Eu não sei cantar. Mas amo, e canto mesmo assim.
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17 - Já pedi a lua de presente de natal. Como era impossível, me contentei com um mp3.
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18 - Na terceira série convenci um garotinho da minha classe que eu era um "entrante". Não sei até hoje o que isso significa, mas ele acreditou. :O. rs
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19 - Um dia, há um bom tempo atrás - na última copa do mundo, pra ser mais exata - eu quis casar com o Kaká. (?!?!?!).
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20 - Já fiz greve de fome e fiquei de luto por uma galinha (galinha mesmo, dessas que fazem cocoricó, e não galinha no sentido figurado - sempre bom explicar. rs).
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21 - Tenho 2 cicatrizes do lado direito do corpo. E inúmeras do lado esquerdo (levando em conta as do coração).
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22 - Odeio academia. Mas frequento mesmo assim.
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23 - Não consigo passar um dia sem pintar a unha.
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24 - Minha intuição é tão certeira que às vezes me assusta.
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25 - Eu sou chorona. Eu choro de tristeza, de alegria, de emoção, de raiva, de saudade (choro muito de saudade), com filmes românticos, quando me mandam musiquinhas que não conheço e que - mesmo assim - alguém se lembra de mim quando as escuta.
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26 - Abro a geladeira pra pensar. Numa dessas, já esqueci o celular dentro do congelador.
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27 - Eu adoro canetas, mas tenho várias sem tampa, ou com tampas trocadas, já que vivo tirando as tampas para que as canetas sirvam para prender meu cabelo.
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28 - Eu sou intensa. Se eu gosto de você, eu gosto absurdamente muito. Se não gosto, torço pra que não chegue perto de mim.
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29 - Acho uma bobagem essa reforma ortográfica. E ainda não aprendi a usar a nova grafia.
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3o - Só sei dirigir descalça.
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31 - Não gosto de carne de porco - como se não tiver outra coisa. Aliás, como qualquer coisa se não tiver outra coisa, menos lambreta. Lambreta não como. Lambreta nem sob tortura.
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32 - Estou sempre fazendo várias coisas ao mesmo tempo.
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33 - Amo cinema. (principalmente em boa companhia).
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34 - Tenho memória seletiva. Só guardo o que foi bom. Talvez por isso eu viva constantemente nostálgica, sentindo saudade do que passou.
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35 - Música. Não vivo sem.
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36 - Coca-cola. Não vivo sem.
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37 - Chocolate. Não vivo sem.
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38 - Sou observadora. Por isso escrevo.
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39 - Pessima falante. Por isso escrevo.
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40 - Ótima ouvinte. Por isso escrevo.
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41 - Meu cérebro trabalha na velocidade da luz. Por isso escrevo.
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42 - Já quis ser freira. (!?!?!)
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43 - Guardo TUDO que me traz boas lembranças - cartas, cds, fotos, caixinhas, ursos, colares, pingentes, roupas, históricos de msn, mensagens no celular, e até passagens de ônibus/avião que me lembram momentos especiais. Não me desfaço de nada.
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44 - Adoro vestidos e salto alto. Me fazem sentir sexy.
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45 - Gosto de chamar todo mundo por apelidos ou abreviações. Mas não gosto de repetir os apelidos.
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46 - Tenho mania de anotar números de telefone na agenda sem anotar a quem pertencem. O que geralmente me causa algumas dores de cabeça.
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47 - Tenho nojo de barata.
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48 - Sou claustrofóbica. Coisa de suar gelado, ver tudo preto e perder a consciência se ficar num ambiente fechado por muito tempo.
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49 - Irônica.
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50 - Bem-humorada. Muito. Mesmo. E isso não é uma ironia.
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51 - Tímida. E isso também não é uma ironia.
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52 - Discreta. Pra mim, menos é sempre mais.
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53 - Sincera.
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54 - Doce. Muito doce.
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55 - Oito ou oitenta.
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56 - Teimosa.
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57 - Gentil.
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58 - Sentimental. Muito.
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59 - Acredito SEMPRE no melhor das pessoas, apesar de ter dado de cara com muita gente de caráter duvidoso pelo mundo.
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segunda-feira, 18 de julho de 2011

A sorte de um amor tranquilo...

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Relacionamento a gente constrói dia após dia. Dosando paciência, silêncios e longas conversas. Engraçado que quando a gente pára de acreditar em “amor da vida”, um amor pra vida da gente aparece. Sem o glamour da alma gêmea. Sem as promessas de ser pra sempre. Sem as tais borboletas no estômago. Sem noites de insônia. É uma coisa simples, do tipo: você conhece o cara, começa aos poucos a admirá-lo, a achá-lo FODA, e, quando vê, você tá fazendo coraçãozinho com a mão igual a um pangaré, escrevendo textos no blog para que ele entenda uma coisa: dessa vez, meu caro, é DIFERENTE. Adeus expectativas irreais, adeus sonhos de adolescente. Ele vai esquecer todo mês o aniversário de namoro, mas vai se lembrar sempre de ligar o som do carro toda vez que você entrar, e que seu tira-gosto preferido no restaurante japonês é o pastel de coalhada, e ainda, que você não consegue dormir se o lençol da cama não estiver beeem esticado. Ele não vai fazer declarações românticas nem jantares à luz de vela, mas vai saber que você está de TPM no primeiro “Oi”, te perdoando docemente de qualquer frase dita com mais rispidez.
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Ah, gente, sei lá. Descobri que gosto mesmo é do amor. Da paixão, não. Depois de anos escrevendo sobre querer alguém que me tire o chão, que me roube o ar, venho humildemente me retificar. EU QUERO ALGUÉM QUE DIVIDA O CHÃO COMIGO, QUERO ALGUÉM QUE ME TRAGA FÔLEGO. Entenderam? Quero dormir abraçada sem susto. Quero acordar e ver que, aconteça o que acontecer, tudo vai estar em seu lugar. Sem ansiedades. Sem montanhas-russas. Antes eu achava que, se não tivesse paixão, eu iria parar de escrever. Mas, caramba, descobri que não é nada disso. Não existe nada mais contestador do que amar uma pessoa só. Amar é ser rebelde. É atravessar o escuro... Mas amor não é só poesia e refrão. Amor é reconstrução. É ritmo. Pausas. Desafinos. E muitos desafios.
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Demorei anos pra concordar com meu querido Cazuza: “eu quero um amor tranqüilo, com sabor de fruta mordida”. Antes, ao ouvir essa música, eu sempre pensava (e não dizia): porra, que tédio!
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Ah, Cazuza! Ele sempre soube.
Paixão é para os fracos. Mas amar - ah, o amor! - AMAR É PUNK.
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(Texto de Fernanda Mello – adaptado por Samille Silva para Rodrigo Moreira, que é o meu amor tranquilo! :])
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domingo, 5 de junho de 2011

Pré-conceitos.

É impressionante como as pessoas sempre tem uma opinião formadíssima sobre as outras. E mais incrível ainda é que essas pessoas muitas vezes nem te conhecem, são conhecidos que te viram uma vez na vida, são colegas de faculdade que muitas vezes nem bom dia te dão, são amigos dos amigos, parentes distantes, aqueles desconhecidos íntimos que passam por você todos os dias, na mesma hora e no mesmo local, ou aqueles que estudaram na mesma escola que você há milhares de anos. Eles muitas vezes nem lembram o seu nome, mas se questionados, certamente vão ter uma opinião formada sobre você. Muito gorda, branca demais, cara de metida, sem sal, magrela, exagerada, espevitada... Sempre terão as mais absurdas e complexas opiniões.
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Eu só queria saber o porquê de tanto bloqueio. Isso não é uma crítica aos outros, é pessoal. Incluo-me no grupo dos que tem opiniões, respostas e idéias pré-estabelecidas, pré-concebidas. Não sei nem o seu nome, mas arrisco uma análise psicológica detalhada, incluindo até possíveis traumas de infância em apenas 3 minutos de conversa. Isso faz parte do ser humano, são sentimentos primitivos que crescem ao longo dos anos. Mas arrependo-me ao pensar quantas pessoas fantásticas posso ter deixado passar pela minha vida por estar bloqueada, presa nessa gaiola dos pré-conceitos, das opiniões pré-estabelecidas. São medos e pequenas vaidades que nos afastam das pessoas. Por exemplo, o meu bloqueio logo gritava quando conhecia alguém que "iscrevia açim totaumenti eradu", ou que se vestia tipo mulher qualquer fruta. Enfim, era algo que não conseguia evitar, por mais que eu soubesse que isso era errado, pré-estabelecia que aquela pessoa não se encaixava, não servia, não combinava com meu mundo, com minhas convicções.
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Porém, fui vitima do meu próprio veneno, e só a partir dai repensei minhas atitudes e parei para escrever isso. Venho me irritando frequentemente com pessoas que tem usado adjetivos queridos para me descrever, o problema não é o julgamento, o problema é pré-conceber um julgamento antes mesmo de conhecer e de ter um dialogo decente com a outra pessoa. Conhecer realmente alguém vai muito além do banal e cotidiano "oi. Bom dia". Tem gente que vê meu álbum no Facebook e acha que sabe tudo sobre a minha vida, pelo meu jeito de falar pode diagnosticar meus complexos e traumas, se me perguntar as horas então, é capaz de detalhar a minha personalidade. Eu espero que as pessoas procurem fundamentar melhor suas opiniões sobre mim e sobre os outros. Não sou só isso, ou só aquilo, tenho um contexto, sou na verdade um apanhado de qualidades e defeitos, e só conhecendo realmente para gostar ou não. Também prometo que vou fazer minha parte, quando perguntarem sobre uma pessoa que eu não conheço, vou me limitar ao singelo e prático: Não sei, não conheço!
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"Pessoas inteligentes falam sobre idéias,
pessoas normais falam sobre coisas,
pessoas medíocres falam sobre pessoas. "
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(Platão)
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