quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Quase um ano... :)

O que são onze meses? Você pergunta a qualquer pessoa, e todo mundo diz “é quase um ano”. Pois bem, hoje faz exatamente quase um ano que a gente estava dentro do carro, tocava Jorge e Matheus no rádio, eu usava uma vestidinho branco com cinto marrom (e eu realmente me surpreendo de lembrar assim de tudo) e aconteceu o seguinte diálogo:

- Não tenho dúvidas do que quero, e eu quero você!

Ele deve ter visto a minha expressão de “não acredito que isso tá acontecendo”, talvez não soubesse interpretá-la tão bem como hoje. Naquele momento tudo rodava a trezentos quilômetros por hora na minha cabeça, uma mistura de alegria e medo de ser tudo um grande equívoco. Porque a gente nunca tinha se visto na vida até um mês atrás, e eu ainda não estava naquele grau de paixão doente que quem me conhece, sabe. E parecia tudo fácil demais, sabe. A sensação era que aquilo tudo podia acabar a qualquer momento, que ele podia sumir da minha vida do mesmo jeito que apareceu. Mas quando ele segurou minha mão (na verdade não lembro se segurou minha mão ou me abraçou, ou me beijou, ou ajeitou meu cabelo daquela maneira que só namorados fazem, só sei que foi uma forma de carinho incrivelmente doce) eu só pensei que era isso que eu queria, e que sim, podia dar certo, por que não? E aí disse “eu quero também”. E sorri. E a gente estava tão perto um do outro. E ainda tocava Jorge e Matheus, exatamente na parte do “e quando o sol chegar a gente ama de novo, a gente liga pro povo, fala que tá namorando e casa semana que vem... deixa o povo falar, o que é que tem?! Eu quero ser lembrado com você!”. 
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Ps.: e lá se vai quase um ano nos amando muito! :) 
Que culpa a gente tem de ser feliz, meu bem?! 

sábado, 31 de agosto de 2013

Eu quero mais!

Muito se passou desde a minha última publicação por aqui. Noivei. Tive uma lua de algodão doce inesquecível. Amei. Desamei. Re-amei. Dancei tango em Buenos Aires, andei de Bondinho no Morro da Urca, fiz e recebi declarações de amor no Pão de Açúcar, tomei banho de chuva em Floripa, iniciei uma batalha sem fim com a monografia, engordei, emagreci, mudei de chefe, de casa, de vida. Mas uma coisa continua igual, essa minha eterna paixão pela escrita e o desejo incessante de querer sempre mais. Pena que essa intensidade toda, em tempo de ternura minguada, requer muita coragem. Muita. Todo dia. 

E roubando descaradamente a inteligência do Caio Abreu, eu continuo querendo sempre mais. Mais saúde. Mais dinheiro. Mais poesia. Mais verdade. Mais harmonia. Mais noites bem dormidas. Mais noites em claro. Mais eu. Mais ele. Mais sorrisos, beijos e aquela rima grudada na boca. Eu quero nós. Mais nós. Grudados. Enrolados. Amarrados. Jogados no tapete da sala. Nós que não atam nem desatam. Eu quero pouco e quero mais. Quero ele. Quero eu. Quero domingos de manhã. Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro. Quero seu beijo. Quero seu cheiro. Quero aquele olhar que não canso de olhar, o desejo que escorre pela boca e o minuto no segundo seguinte. 

Definitivamente, Caio: quando é bom, nunca é demais!
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Que seja eterno (e intenso) enquanto dure!

sábado, 23 de março de 2013

Àqueles que me inspiram a ser alguém melhor...

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E hoje eu me peguei com uma vontade imensa de agradecer a todas as pessoas queridas que, ao longo dos anos de convívio, deixaram um pouquinho de si em mim. Acredito que não exista estímulo maior do que ter alguém que admiramos em quem possamos nos espelhar. Aos meus exemplos de vida, meu muito obrigada. Amo tanto vocês, e somente por vocês tento todos os dias ser alguém melhor.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Sussurando minha felicidade aos poucos e bons! :)

Bastou um "estou tão feliz por você, minha pequena! Bem sei o quanto merece isso!" pra eu lembrar que ainda existe muita gente bacana nesse mundo. E a felicidade é imensa, mas ainda não posso compartilhar com vocês, aprendi que a gente só pode contar um coisa boa depois que ela se realiza, porque se você começa a espalhá-la aos setes ventos, dá errado. Então, por enquanto, prefiro seguir sendo feliz quietinha. Volto em breve para compartilhá-la por aqui.
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"Não se preocupe, não tenha pressa. O que é seu encontrará um caminho para chegar até você. Deus não demora, Ele capricha..."

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Sobre o teu amor que encheu de cor a minha vida opaca.

Num mundo cinza, feio, caótico, triste, encontrei cores vibrantes e o amor. Pra dizer a verdade, no começo eu imaginei que seria passageiro, apenas mais um romance para ocupar momentaneamente o coração e a caixa de entradas do celular. Não esperava nada mais que um beijo, um abraço curto e alguns sorrisos vindos de você. Mas dia desses você me acordou cedinho, me pegou pela cintura, me sorriu com os olhos, deu bom dia a Sophia e eu vi que com você seria (já é) diferente. Com você eu acordo no meio da madrugada apenas para procurar as tuas mãos e trazê-las pra perto das minhas, com você os meus dias estão mais coloridos e o meu coração mais feliz. E se antes eu procurava um caminho, descobri esse ao lado do teu..
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Amor, amar, no meu mundo mundo, não é simplesmente um verbo. Amar é sonho concretizado dos meus olhos castanhos que finalmente encontraram os olhos castanhos teus. Amar é eu e você torcendo para que, quando separados, a estrada encurte e a distância se torne cada vez menor. É ficar feliz ao acordar e me deparar com um sorriso no seu rosto. É ter paciência para tentar driblar diariamente os momentos difíceis e saber dosar as nossas alegrias e tristezas, pra que a primeira sempre prevaleça. É desejar que os seus beijos continuem servindo como antídoto para aqueles meus dias complicados e estressantes, e cuidar para que o meu sorriso consiga continuar acalmando-o naqueles momentos em que influências externas conseguem deixá-lo ''muzumbudo'. Amar é pegar o que de melhor existe em mim, embrulhar numa embalagem bonita e te presentear todos os dias, sem que seja necessário esperar aniversário, natal, ou nenhum dessas datas pomposas. Porque amor, no meu mundo, é construído dia após dia. E pra nós, todo dia é dia de amar.
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"e eu que andava triste, descrente desse mundo,
ao encontrar você eu percebi o que é felicidade,
meu amor..."

domingo, 20 de janeiro de 2013

A sorte de um amor tranquilo! :)

E eu, que queria tanto a sorte de um amor tranquilo, encontrei você! :)
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"Com você eu fico muito mais bonita, mais esperta...
e podia estar tudo agora dando errado pra mim,
mas com você dá certo!"

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Sobre PLÁGIO e cara de pau...

Imaginem o meu susto ao me deparar com uma cópia do meu blog nesse endereço http://sukasantarosa.tumblr.com/. Infelizmente não consegui comentar no tumblr da plagiadora, mas vou registrar aqui o link, pra ver se vai manter a falta de criatividade e cara de pau pra copiar na íntegra e SEM CITAR A FONTE textos e sentimentos que não são dela!!!

Tudo que escrevi aqui no blog são situações pessoais, sobre sentimentos unicamente meus. Sei que é comum nos identificarmos com histórias de outras pessoas, mas apesar de semelhante, o que cada um vive é exclusivamente seu, por isso fiquei chateada, triste e até desanimada para continuar escrevendo aqui ao ver as minhas histórias, os meus sentimentos, as minhas dores, espalhadas por ai como se fossem de domínio público. É triste ver a falta de respeito que as pessoas tem aos sentimentos e palavras alheias.

Se identificou? Quer compartilhar o texto? Ótimo, mas faça isso citando a fonte verdadeira daquelas palavras que você está usando como se fossem suas. Porque vale lembrar que além de falta de criatividade ser péssimo, plágio é crime!!!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Mentiras sinceras não me interessam...

Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: "digam o que disserem, o mal do século é a solidão". Não acredito nisso, para mim o verdadeiro mal do século é contentar-se com pouco por medo da solidão. E nos dias atuais está praticamente impossível encontrar alguém para viver uma relação de verdade. 
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Eu não consigo me acostumar com a fugacidade dos relacionamentos atuais. Combino comigo mesma que quero ser alguém menos sonhadora, menos romântica, que espera menos das pessoas, promessas feitas em vão. Eu devo ter lido a muitos romances quando criança, só pode, ou talvez essa minha mania de romancear se dê ao fato de, logo no início da vida, ter tido a sorte de viver "um amor tranquilo". Pode soar demodê, brega, cafona, mas eu ainda acredito em sentimentos verdadeiros, em poder estar ao lado de alguém só para andar de mãos dadas, fazer carinho na cabeça, olhar fundo nos olhos e escutar "com você eu estou exatamente onde queria estar". Acredito que todo mundo merece um amor de verdade, daqueles que nunca se viu igual, daqueles que nunca mais se terá. Mesmo que ele demore a acontecer, demore a chegar, demore a ser amor, um dia ele vem. 
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Eu não quero alguém que eu tenha que me entregar pela metade, nem quero receber metade de ninguém. Eu quero olhos brilhando em minha direção e quero aquela certeza de que ao meu lado a pessoa realmente está onde queria estar. Menos que isso não me interessa.
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ps:. se não for para voar bem alto, por favor, não me faça tirar os pés do chão.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

E pra nossa sorte, com o tempo a gente esquece.

Com o tempo a gente esquece que as duas horas que passamos no banho vão atrasar a leitura dos cinqüenta e três artigos que precisavam ser lidos para uma prova no dia seguinte, e se lembra como foi delicioso tomar um banho demorado depois de passar a tarde inteira debruçada sobre processos e correndo contra os prazos, porque a prova no outro dia é tão somente mais uma prova. Com o tempo a gente esquece a reserva que fez no restaurante mais badalado da cidade, e passa uma tarde inteira comendo brigadeiro de colher. E, às vezes, também se esquece que aquele petit gateau maravilhoso possui milhares de calorias, e que faltou sal na pipoca, e que acabou o pão integral – e não se importa, porque não faz mal passar um dia sem pão integral, porque sal demais aumenta a pressão, e porque comer aquele petit gateu uma vez na vida não vai fazer disparar os ponteiros da balança. Com o tempo a gente esquece que a película do carro não é tão escura, e que quando paramos no sinal as pessoas reparam nas caras, bocas e danças que a gente faz enquanto canta junto com a música.


Com o tempo a gente se esquece de ligar o computador, carregar o celular e perder tempo em frente à TV, e dá vontade de passar uma tarde inteira na beira da praia tomando água de côco e jogando conversa fora, ou de ficar em casa com o corpo largado no sofá, curtindo um abraço e uma taça de vinho. Com o tempo a gente esquece que acabou de secar o cabelo e descobre que bom mesmo é se aventurar por entre os pingos d’água, é lavar a alma numa chuva inesperada. Com o tempo a gente esquece como se faz as malas, porque descobre que não é preciso mais do que disposição e um sorriso no rosto para fazer de uma viagem algo inesquecível. Com o tempo a gente esquece o relógio, o que passou, o que virá, e começa a viver o presente sem pressa do futuro. É que, com o tempo, a gente pára de se importar tanto com os espinhos e começa a apreciar a beleza da flor, e a gente se dá conta do que nos faz feliz, e a gente se lembra da gente. E disso, quando a gente lembra, a gente nunca mais se esquece.


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"Coisa simples é lindo, e existe tão pouco"... :)

domingo, 23 de setembro de 2012

Pequenas loucurinhas...

Dezembro de 2010. Dois desconhecidos ligados por uma brincadeira de mau gosto. Ele a irritava profundamente. Ela era motivo de riso para ele em rodinha de amigos. E nenhum dos dois imaginava que o destino os colocaria dividindo uma mesma história futuramente.
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Dezembro de 2011. Era reveillón. Possivelmente haviam milhares de pessoas desconhecidas na cidadezinha do interior em que se encontravam, mas quis o acaso que eles se esbarrassem, entre tantos outros. Ela não o reconheceu de imediato. Ele contou com a ajuda de um amigo em comum para recordar-se de alguns flashes do reveillón passado. Ele agora queria, ao invés de rir dela, fazê-la sorrir. Ela não cedeu, achou que ele estivesse bêbado demais para saber o que queria naquela noite, preferiu deixar para um outro dia, e entregou o futuro encontro novamente nas mãos do acaso. Ele achava tudo isso uma bobagem e repetia a cada instante, "felicidade a gente não deixa esperando, pequena". Ela permaneceu irredutível, no nível alcoólico em que ele se encontrava, possivelmente nem lembraria dela no dia seguinte. E aí ela foi surpreendida com uma mensagem dele no meio da madrugada "vamos burlar o destino?". Ela cedeu. Um beijo. Alguns sorrisos. Uns passos de dança. E um adeus. Ele queria mais. Ela se esquivou. E perderam-se novamente.
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Fevereiro de 2012. Nele, uma hérnia, um super amigo informando às moças bonitas que ele havia feito uma cirurgia e ficaria feliz em receber mensagens estimando melhoras. Nela, um arrependimento por ter se esquivado tempos atrás, e uma oportunidade de se reaproximar sem deixar o orgulho de lado. Uma mensagem timidamente enviada. "Soube da cirurgia, espero que esteja bem, um beijo". A resposta veio  imediata e acompanhada de um convite "quando aparece?".
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Julho de 2012. Muitas mensagens e alguns meses após o convite feito por brincadeira, resolveram torná-lo real. "Quero muito que chegue logo o amanhã para eu ver esse sorriso lindo" dizia a mensagem que a fez passar a noite inteira com um sorriso brincando nos lábios aguardando por aquele encontro. E para surpresa dela, ele realmente veio, e ambos demonstraram tanto prazer de estar na companhia um do outro que, em nenhum momento, arrependeram-se por ter trocado um final de semana de qualquer outra programação para estarem ali. Ele não se conteve e comentou ao se despedir "estava tenso antes de chegar, tive medo que você fosse uma chata e que esse final de semana fosse terrível, mas te achei espetacular, fofa, simpática, linda, e quero te ver de novo, sério."
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Setembro de 2012. Ela não levou a sério o convite que ele havia feito pouco antes de se despedirem. E ele, apesar de desejar muito, não acreditou que ela iria mesmo. Eis que ambos surpreenderam-se positivamente. Para ele foi "impressionante como acordei feliz hoje". Para ela, impressionante mesmo foi, depois de tanta gente de conteúdo duvidoso ter cruzado o seu caminho, encontrar alguém bacana por quem sentia vontade de se esforçar um pouco.
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19:30h. Após duas horas de atraso dela, ele ainda a esperava com um sorriso no rosto e um arranjo de flores nas mãos. E o cartão que encantou a noite dizia "o perfume da rosa mais enfeitada pra te colorir e te cobrir de bem querer". Ele não conseguia disfarçar o encanto diante do esforço dela de cambalear durante horas num ônibus desconfortável só para passar alguns dias ao lado dele. E ela teve certeza de que todo o esforço valeu a pena ao perceber que ele havia dedicado algumas horas do seu dia para surpreendê-la com uma recepção cuidadosamente planejada, com direito a flores, CD personalizado, jantar à beira mar, e aquele sorriso encantadoramente delicioso dançando em seus lábios. Dentre as músicas escolhidas por ele, uma em especial lhe atraiu a atenção "ela me faz tão bem, que eu também quero fazer isso por ela". E era exatamente assim que se sentia em relação a ele, vontade de fazê-lo sentir-se bem, tanto quanto ele a fazia. 
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E depois de muitas risadas e conversas intermináveis, o final de semana terminou cheio de saudade. Nela, a alegria de descobrir que ainda existe gente bonita nesse mundo, gente por quem vale a pena se esforçar para estar perto. Nele, a vontade de tê-la por perto mais um pouquinho, e o convite sincero para que "volte sempre, sempre mesmo!!!".
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"e o perfume da rosa mais enfeitada pra te colorir e te cobrir de bem querer..."
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